As emoções como linguagem do corpo: o que o sintoma quer dizer
- Antonio Chaves
- 17 de nov.
- 1 min de leitura

O corpo é o primeiro a sentir aquilo que a mente tenta esconder. Dores inexplicáveis, fadiga constante, crises de ansiedade e até doenças crônicas podem ser expressões de emoções reprimidas que buscam uma forma de comunicação. A neurociência afetiva explica que o corpo e o cérebro estão em diálogo constante — e os sintomas são, muitas vezes, mensagens pedindo atenção.
Quando vivemos sob estresse prolongado, o sistema nervoso autônomo entra em desequilíbrio, mantendo o corpo em estado de alerta. A amígdala cerebral, responsável pela resposta ao medo, continua ativada, liberando hormônios que afetam órgãos e sistemas fisiológicos. O resultado é o que chamamos de somatização: quando o sofrimento emocional encontra no corpo um canal para se expressar.
A psicoterapia ajuda a decodificar essa linguagem, permitindo que o indivíduo compreenda o que o corpo quer comunicar. Ao transformar dor em significado, emoções em palavras e tensão em consciência, abre-se espaço para o equilíbrio entre corpo e mente.
O sintoma, portanto, não é o inimigo — é um mensageiro. O caminho para a cura começa quando escolhemos escutá-lo com compaixão e curiosidade.
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