Espiritualidade e neurociência: o cérebro em estado de transcendência
- Antonio Chaves
- 17 de nov.
- 1 min de leitura

A espiritualidade, antes vista apenas como crença pessoal, hoje é reconhecida pela ciência como um pilar essencial da saúde mental. Pesquisas em neurociência revelam que práticas espirituais — como meditação, oração, gratidão e compaixão — modificam a estrutura e o funcionamento do cérebro.
Durante estados de transcendência, há uma redução na atividade do córtex parietal (responsável pela percepção de separação entre o “eu” e o mundo) e uma ativação das áreas associadas à empatia e ao bem-estar. Isso explica a sensação de unidade e paz relatada por quem vivencia experiências espirituais profundas.
Mais do que crença, a espiritualidade oferece um senso de propósito, pertencimento e conexão — aspectos fundamentais para a regulação emocional e o enfrentamento de crises existenciais. Ela nos lembra que, mesmo em meio ao caos, há algo maior sustentando a experiência humana.
A espiritualidade e a neurociência, juntas, mostram que transcender é também uma forma de curar.
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