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O poder terapêutico do silêncio

  • Antonio Chaves
  • 17 de nov.
  • 1 min de leitura
poder terapêutico do silêncio

Vivemos em um mundo barulhento — não apenas de sons, mas de pensamentos, notificações e preocupações. Nesse cenário, o silêncio se torna uma das práticas mais curativas. Pesquisas em neurociência mostram que períodos de quietude ativam o hipocampo, melhoram a memória e reduzem os níveis de cortisol, o hormônio do estresse.


O silêncio permite que o sistema nervoso encontre repouso. É nele que o corpo desacelera, o ritmo cardíaco estabiliza e o cérebro reorganiza as informações acumuladas ao longo do dia. Para muitos, o silêncio é desconfortável porque revela o que o barulho costuma esconder: as emoções não resolvidas, o cansaço, a tristeza e até o medo da solidão.


Mas é justamente nesse espaço de escuta interna que nasce a clareza emocional. Meditações silenciosas, caminhadas sem música, momentos de pausa ou introspecção são formas simples e acessíveis de acessar esse poder.


O silêncio, longe de ser ausência, é presença — presença de si mesmo, da vida e do agora.


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